- Crime e castigo – Fiódor Dostoiévski
- Guia dos mochileiros da galáxia – Douglas Adams
- Os anos de aprendizagem de Wilhelm Meister – J. W. Goethe
- Ficções – Jorge Luis Borges
- Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres – Clarice Lispector
- O castelo – Franz Kafka
- Lavoura arcaica – Raduan Nassar
- Coração tão branco – Javier Marías
- A vida: modo de usar – Georges Perec
- Esperando Godot – Samuel Beckett
- O mal de Montano – Enrique Vila-Matas
Para a (re)inauguração desse blog resolvi começar com uma lista. Essa lista não é uma lista dos melhores livros que já li, embora talvez possa servir de base para isso. Também não é uma lista de livros que ache que todos devam ler. É mais simples que isso, é, antes de qualquer coisa, uma lista de livros que me tocaram. Todos os livros mencionados acima fora essenciais não só para a minha compreensão do que é literatura, do que ela deve ser, mas para a minha vida. São livros que me fizeram bem, parafraseando Todorov.
E mais: foi muito difícil pensar nessa lista, inicialmente contendo 15 livros, devido a dificuldade de medir o peso dos livros quando tenho tão pouco tempo de leitura (afinal? Leio seriamente desde os 18/19 anos e tenho 21 anos recém completados). É tão pouco o que li que até acho pretensioso demais fazer isso – mas bem, talvez como não quero nomear o melhor dos melhores nem instituir um novo cânone não esteja fazendo nada de mal; talvez não haja mal nenhum em simplesmente recordar momentos dessa minha paixão que é a literatura.
Será então esse esforço de relembrar meus livros que sustentarão os próximos posts. Falarei de cada um desses livros não me restringindo aos livros, a uma análise objetiva/analítica mas sim tentando entender, até para mim mesmo, porque é que eles se tornaram tão importantes, e talvez entender um pouco como é que eu leio. Não há, portanto, grandes pretensões críticas nesse início. Quero apenas cair e me perder nas teias da memória.
Até o próximo post!
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